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O Festival de Vilar de Mouros de 1971 completa 40 anos. O diário i dedica hoje duas páginas à efeméride, com chamada de capa. Podem ler no ionline o artigo da jornalista Vanda Marques. Inclui declarações minhas e uma pequena entrevista a Tozé Brito.

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Bem-vindo!

Posted: Abril 25, 2009 in Uncategorized
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Esta é a página de apresentação do livro Vilar de Mouros – 35 Anos de Festivais, seleccionado pela revista “Os Meus Livros” como um dos 10 melhores livros sobre música editados em Portugal.
A página foi criada em Julho de 2003, por altura do lançamento do livro. Aqui pode ver a capa, conhecer o autor, o Índice e as características da obra, e ler um resumo e um excerto da Introdução. Pode ficar a saber também quem foi entrevistado e quem colaborou.

Se tiver dificuldade em encontrar o livro, envie um e-mail para zamith @ gmail.com

Um último agradecimento a uma das pessoas que mais me ajudou a montar algumas das mais importantes peças do livro sobre Vilar de Mouros.

Maria Amélia Barge, uma das fundadoras e organizadoras dos primeiros festivais de Vilar de Mouros, faleceu no final de Junho, cinco anos depois do marido, o Dr. António Barge.

Foi a primeira pessoa que entrevistei para o meu livro. Não esqueço, nem esquecerei nunca, a sua ajuda absolutamente decisiva. Sem o seu depoimento e sem o acesso aos documentos que me permitiu consultar e utilizar, o livro ficaria imensamente mais pobre.

Recordarei sempre com ternura a sua amabilidade e simpatia.

Muito obrigado, D. Amélia!

Vilar de Mouros – 35 Anos de Festivais integra a selecção de 10 livros sobre música editados em Portugal (originais ou traduções) feita pela revista “Os Meus Livros”, na sua edição de Abril de 2006.

Reproduzo aqui o que João Morales escreve sobre o livro na sua “escolha polifónica”:

Este é, sem dúvida, o pai de todos os festivais portugueses. Numa obra recheada de apelativas fotografias, somos convidados a uma viagem pelo tempo, acompanhando a evolução deste mítico evento, cuja génese (pela mão de um médico visionário, António Barge) está intimamente relacionada com o sufoco político que Portugal vivia. O espanto pela convivência de géneros musicais e artistas completamente diferentes só é ultrapassado pela sensação de liberdade e modernidade a que o festival sempre esteve associado.

Blog renovado

Posted: Fevereiro 23, 2007 in Uncategorized
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Estão oficialmente inaugurados os novos alojamento e design do blog que nasceu em Julho de 2003 aqui.
Espero que gostem.

Nos últimos dias, estive a corrigir alguns falhas resultantes da migração. Agradeço que me comuniquem algum erro que ainda persista.
Os posts mais antigos estão sem as hiperligações originais. Quando tiver oportunidade, recolocarei os mais importantes.

Como habitualmente, aqui deixarei as novidades que surjam sobre o festival.

Até breve!

Capa

Posted: Fevereiro 12, 2006 in Uncategorized
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Vilar de Mouros - Livro

Índice

Posted: Julho 15, 2003 in Uncategorized
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Agora que o livro já está nas livrarias, já é possível divulgar algo mais sobre a sua estrutura. Aqui fica hoje o Índice completo das 268 páginas.

Introdução

1 – O Recanto do Paraíso

A história da freguesia e do seu nome
Monumentos e belezas naturais
Demografia
Actividades económicas
Organização social e política

2 – Radiografia dos Festivais

1965-67 – Os festivais de folclore

1968 – Zeca Afonso, Carlos Paredes e Banda da GNR no festival da ousadia “permitida”

Dos festivais de folclore ao primeiro festival ecléctico
O programa do “IV Festival de Vilar de Mouros”
A “propaganda” ao festival
O encontro de Zeca Afonso e Manuel Freire
A primeira pequena “invasão” de Vilar de Mouros

1971 – Elton John e Manfred Mann no “Woodstock português”

Três anos para preparar o primeiro grande festival do país
Beatles, Rolling Stones e Pink Floyd entre as primeiras escolhas
O programa do festival
A história de D. Garcia
A fraca afluência da abertura clássica
Militares com freiras
A “peregrinação” a Vilar de Mouros
Júlio Isidro dá boleia a Elton John
O arranque do Festival de Música Moderna
O estranho aparelho de Manfred Mann
A apatia do público
Elton John “showman”
Música tropical e fado a fechar
O festival recordado por quem o viveu

1975 – O festival abortado

1982 – U2, Stranglers e Durutti Column em nove dias de “loucura controlada”

A preparação do regresso
A comissão (des)organizadora
O palco de betão
Os astronautas da guerra-fria
U2 substituem New Order
O nudismo
O manifesto anarquista
Os cavalos da GNR
Os cães-polícias “constipados”
O cantor da capela e a sua única fã
As constantes mudanças de programa
31 de Julho: O arranque do festival sem “heróis” nem “folia”
1 de Agosto: Victorino d’Almeida ao piano
2 de Agosto: Desfolhada e Gist “gravados”
3 de Agosto: O “show” Bono Vox e o “senhor” Johnny Copeland
4 de Agosto: Sun Ra Arkestra e “invasão de campo”
5 de Agosto: Roxigénio “com povo” e Vitorino “acústico”
6 de Agosto: O encanto de Durutti Column e Renaissance
7 de Agosto: Tom Robinson, “mini”-GNR e “um certo pânico”
8 de Agosto: Fado e Cabo Verde em “morna” noite de fecho
O filme de Vilar de Mouros’82
O “meu” festival

1984 – O festival prometido que ninguém quis organizar

1985 – Trovante e Emílio Cao no “molhado” I Encontro de Música Popular

A persistência de Armando Ranhada
O programa
As “trovas” de Luís e Emílio
A trovoada e a debandada
O dia extra

1996 – Stone Roses e Madredeus na profissionalização de Vilar de Mouros

Três anos para evitar erros do passado
Os 25 anos de Vilar de Mouros’71
A “troca” de um cartaz forte por uma organização profissional
“Não venham mais! Já não há bilhetes!”
9 de Agosto: Pato abre festival da vaca
10 de Agosto: “Jovens Deuses” e “Rosas de Pedra”
11 de Agosto: Xutos e Madredeus em fecho bucólico

1999 – Pretenders estreiam edições anuais no novo recinto

As peripécias da compra dos terrenos
Os efeitos da concorrência, do calendário e da “anualização”
O “pintor” Joe Strummer cheio de frio
20 de Agosto: Eagle Eye Cherry, 17 anos depois da irmã
21 de Agosto: O traquejo dos Pretenders
22 de Agosto: Joe Strummer e Tindersticks, agora sim

2000 – Alanis Morissette, Iron Maiden e Skunk Anansie no “super-cartaz” de todos os recordes

A reafirmação como “primeiro festival”
Grandes estrelas duplicam assistência
14 de Julho: Alanis faz vibrar Vilar de Mouros
15 de Julho: A irreverência de Skunk Anansie
16 de Julho: A noite do metal
O festival recordado por quem o viveu

2001 – O ano Neil Young

Neil Yong (as)segura continuidade
13 de Julho: “Rock’n’roll will never die”
14 de Julho: O polivalente Ben Harper
15 de Julho: Xutos para dar e durar
O festival recordado por quem o viveu

2002 – Manu Chao, Lamb, Rammstein, Bush e UB40 no festival heterogéneo

O risco de um cartaz “ressesso”
Mouros na net
12 de Julho: O “anjo” e o “clandestino”
13 de Julho: A pirotecnia alemã
14 de Julho: Bush em versão pesada
O festival recordado por quem o viveu

2003 – O regresso do rock frenético

Guano Apes, David Fonseca e Wailers em ano de “vacas magras”
O polémico traçado do IC1

3 – A identidade do Festival de Vilar de Mouros

Uma surpreendente “regularidade”
Os organizadores de 35 anos de festivais
Os ícones do “Woodstock à portuguesa”
Dos fiascos das receitas à estabilidade dos patrocínios
O precursor dos festivais de Verão
Os melhores concertos de Vilar de Mouros

Testemunhos recolhidos expressamente para este livro

Entrevistas
Outros depoimentos

Bibliografia

Agradecimentos