Resumo

Posted: Julho 8, 2003 in Uncategorized
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Vilar de Mouros: 35 Anos de Festivais, dedicado à memória de António Barge, conta a história e as histórias do pioneiro dos festivais portugueses ao ar livre. Resultou de um trabalho de pesquisa, recolha, compilação e análise de documentos, relatos de imprensa e depoimentos de todos os eventos realizados na aldeia com a designação «festival» ou que, embora com outro nome, tenham tido idêntico relevo e/ou impacto mediático.

A obra está organizada em três grandes capítulos, funcionando o segundo (o maior) como verdadeiro «coração» do livro. É neste capítulo que é feita a descrição, por ordem cronológica, de todos os festivais realizados em Vilar de Mouros, começando por referências a um Festival Infantil efectuado em 1937 e aos três primeiros festivais de folclore organizados por António Barge (1965/67). As descrições mais pormenorizadas iniciam-se com o primeiro festival eclético (1968), aquele que é considerado neste livro como o marco número um de 35 anos de festivais de Vilar de Mouros. Seguem-se-lhe subcapítulos referentes aos festivais de 1971, 1982, 1985, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002 e uma antevisão de 2003, entremeados com dados, relatos e documentos inéditos de duas edições abortadas: 1975 e 1984. No primeiro capítulo, é feita uma descrição histórica da aldeia e do seu nome, acompanhada de referências e imagens dos seus mais belos monumentos e recantos naturais. O último capítulo é dedicado à identidade global dos festivais de Vilar de Mouros: os marcos deixados por três gerações de organizadores.

Para a elaboração do livro, o autor entrevistou, entre outros, Maria Amélia Barge (co-organizadora dos primeiros festivais), António Victorino d’Almeida (participante no festival de 1971 e director artístico em 82), José Cid (participante em 71), Pita Guerreiro (coordenador de 82), Armando Ranhada (co-organizador em 82 e 85), Carlos Alves (presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros), Maria Ângela Rocha («guardadora de memórias» da aldeia), Álvaro Covões (co-organizador desde 1996) e Jorge Silva (co-organizador desde 1999). Foram recolhidos também depoimentos de Isabel Barge, Manuel Freire, Luís Montez, Júlia Paula Costa e Alexandre Barrocas e de outros participantes, assistentes e repórteres que passaram pelos vários festivais. O autor contou com a preciosa colaboração de inúmeras pessoas e entidades, que enriqueceram o livro com belíssimas fotografias e com reproduções de dezenas de documentos.

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