Índice

Posted: Julho 15, 2003 in Uncategorized
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Agora que o livro já está nas livrarias, já é possível divulgar algo mais sobre a sua estrutura. Aqui fica hoje o Índice completo das 268 páginas.

Introdução

1 – O Recanto do Paraíso

A história da freguesia e do seu nome
Monumentos e belezas naturais
Demografia
Actividades económicas
Organização social e política

2 – Radiografia dos Festivais

1965-67 – Os festivais de folclore

1968 – Zeca Afonso, Carlos Paredes e Banda da GNR no festival da ousadia “permitida”

Dos festivais de folclore ao primeiro festival ecléctico
O programa do “IV Festival de Vilar de Mouros”
A “propaganda” ao festival
O encontro de Zeca Afonso e Manuel Freire
A primeira pequena “invasão” de Vilar de Mouros

1971 – Elton John e Manfred Mann no “Woodstock português”

Três anos para preparar o primeiro grande festival do país
Beatles, Rolling Stones e Pink Floyd entre as primeiras escolhas
O programa do festival
A história de D. Garcia
A fraca afluência da abertura clássica
Militares com freiras
A “peregrinação” a Vilar de Mouros
Júlio Isidro dá boleia a Elton John
O arranque do Festival de Música Moderna
O estranho aparelho de Manfred Mann
A apatia do público
Elton John “showman”
Música tropical e fado a fechar
O festival recordado por quem o viveu

1975 – O festival abortado

1982 – U2, Stranglers e Durutti Column em nove dias de “loucura controlada”

A preparação do regresso
A comissão (des)organizadora
O palco de betão
Os astronautas da guerra-fria
U2 substituem New Order
O nudismo
O manifesto anarquista
Os cavalos da GNR
Os cães-polícias “constipados”
O cantor da capela e a sua única fã
As constantes mudanças de programa
31 de Julho: O arranque do festival sem “heróis” nem “folia”
1 de Agosto: Victorino d’Almeida ao piano
2 de Agosto: Desfolhada e Gist “gravados”
3 de Agosto: O “show” Bono Vox e o “senhor” Johnny Copeland
4 de Agosto: Sun Ra Arkestra e “invasão de campo”
5 de Agosto: Roxigénio “com povo” e Vitorino “acústico”
6 de Agosto: O encanto de Durutti Column e Renaissance
7 de Agosto: Tom Robinson, “mini”-GNR e “um certo pânico”
8 de Agosto: Fado e Cabo Verde em “morna” noite de fecho
O filme de Vilar de Mouros’82
O “meu” festival

1984 – O festival prometido que ninguém quis organizar

1985 – Trovante e Emílio Cao no “molhado” I Encontro de Música Popular

A persistência de Armando Ranhada
O programa
As “trovas” de Luís e Emílio
A trovoada e a debandada
O dia extra

1996 – Stone Roses e Madredeus na profissionalização de Vilar de Mouros

Três anos para evitar erros do passado
Os 25 anos de Vilar de Mouros’71
A “troca” de um cartaz forte por uma organização profissional
“Não venham mais! Já não há bilhetes!”
9 de Agosto: Pato abre festival da vaca
10 de Agosto: “Jovens Deuses” e “Rosas de Pedra”
11 de Agosto: Xutos e Madredeus em fecho bucólico

1999 – Pretenders estreiam edições anuais no novo recinto

As peripécias da compra dos terrenos
Os efeitos da concorrência, do calendário e da “anualização”
O “pintor” Joe Strummer cheio de frio
20 de Agosto: Eagle Eye Cherry, 17 anos depois da irmã
21 de Agosto: O traquejo dos Pretenders
22 de Agosto: Joe Strummer e Tindersticks, agora sim

2000 – Alanis Morissette, Iron Maiden e Skunk Anansie no “super-cartaz” de todos os recordes

A reafirmação como “primeiro festival”
Grandes estrelas duplicam assistência
14 de Julho: Alanis faz vibrar Vilar de Mouros
15 de Julho: A irreverência de Skunk Anansie
16 de Julho: A noite do metal
O festival recordado por quem o viveu

2001 – O ano Neil Young

Neil Yong (as)segura continuidade
13 de Julho: “Rock’n’roll will never die”
14 de Julho: O polivalente Ben Harper
15 de Julho: Xutos para dar e durar
O festival recordado por quem o viveu

2002 – Manu Chao, Lamb, Rammstein, Bush e UB40 no festival heterogéneo

O risco de um cartaz “ressesso”
Mouros na net
12 de Julho: O “anjo” e o “clandestino”
13 de Julho: A pirotecnia alemã
14 de Julho: Bush em versão pesada
O festival recordado por quem o viveu

2003 – O regresso do rock frenético

Guano Apes, David Fonseca e Wailers em ano de “vacas magras”
O polémico traçado do IC1

3 – A identidade do Festival de Vilar de Mouros

Uma surpreendente “regularidade”
Os organizadores de 35 anos de festivais
Os ícones do “Woodstock à portuguesa”
Dos fiascos das receitas à estabilidade dos patrocínios
O precursor dos festivais de Verão
Os melhores concertos de Vilar de Mouros

Testemunhos recolhidos expressamente para este livro

Entrevistas
Outros depoimentos

Bibliografia

Agradecimentos

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