Instituto do Ambiente viabiliza IC1

Posted: Junho 5, 2004 in Uncategorized

O Instituto do Ambiente aceitou o polémico projecto de construção da auto-estrada A28/IC1, que prevê o atravessamento da freguesia de Vilar de Mouros. Juntas de freguesia, ambientalistas e moradores protestam contra este “atentado ambiental”, revela o Caminha 2000 na sua edição de hoje. A propósito deste assunto, recordo a posição que assumi aquando da discussão pública do projecto.

Comentários
  1. Comissão de Moradores de Vilar de Mouros diz:

    Junta de Freguesia e Comissão de Moradores de Vilar de Mouros Troço Norte da A28/IC1 Viana do Castelo Caminha COMUNICADO TEMOS RAZÃO!…ESTÁ PROVADO! No momento em que novamente, graças ao mítico Festival de Vilar de Mouros, os olhares e as atenções de todos se tornam a virar para a nossa freguesia, local único, desde há mais de trinta e cinco anos, de comunhão entre a natureza, a cultura musical e o lazer, adensam-se os motivos de preocupação dos vilarmourenses face à iminente construção de uma auto-estrada que, com um tráfego previsto de quinze a vinte mil veículos/dia e passando a escassas 3 centenas de metros do recinto do Festival, na encosta montanhosa sobranceira que lhe é mais próxima, ameaça quebrar definitivamente um secular equilíbrio entre o homem e a natureza e ferir de morte o que de mais genuíno existe num evento como este. Desde o Verão de 2002 que, em conjunto com aqueles que no concelho de Caminha e por todo o país comungam das nossas preocupações, temos vindo a lutar por todos os meios possíveis contra este autêntico crime ambiental e social, denunciando, pública e veementemente, os terríveis impactes negativos que se preparam para nos impor. Chegámos mesmo a apresentar propostas de soluções alternativas perfeitamente exequíveis para uma via rodoviária cuja necessidade e importância nunca negámos. Dois anos passados, podemo-nos orgulhar de não só ter reunido solidariamente os vilarmourenses e muitos amigos e visitantes à volta desta justa causa, como ver reconhecida a justeza da nossa luta e a razão das nossas contestações pelos técnicos da Comissão de Avaliação, oriundos de várias entidades públicas (Instituto do Ambiente, Instituto da Água, Instituto Português do Património Arquitectónico, Instituto Português de Arqueologia), que reprovaram por duas vezes consecutivas os projectos de execução do troço norte do IC 1/A 28 (Riba de Âncora-Caminha) apresentados pela concessionária Euroscut. Contudo, fazendo tábua rasa de sucessivas promessas que garantiam o contrário, esses pareceres técnicos não foram afinal respeitados por quem tinha a obrigação de o fazer e, numa decisão única e simplesmente política, quanto a nós ilegal, reveladora duma arrogância inadmissível, própria de quem usa o poder de forma arbitrária e sem olhar a meios para atingir os fins, o Instituto de Estradas de Portugal deu recentemente autorização à Euroscut para o início dos trabalhos de construção da auto-estrada, com consequências bem visíveis nas já dilaceradas encostas do Vale do Coura, na vizinha freguesia de Argela. Conscientes de estar a enfrentar poderosos interesses económicos e cegos propósitos políticos, não restou pois outra solução às entidades que têm vindo a protagonizar esta dura luta (Junta de Freguesia de Argela, Junta de Freguesia de Gondarém, Junta de Freguesia de Lanhelas, Junta de Freguesia de Vilar de Mouros e CoremaAssociação de Defesa do Património) senão apelar aos Tribunais através de uma Acção Popular conjunta, exigindo a suspensão imediata da obra, entregue em Junho último no Tribunal Administrativo de Braga. Certos da nossa razão, agora demonstrada à evidência pelos atrás referidos pareceres técnicos, resta-nos a esperança de que a Justiça ainda venha a tempo de impedir um grave e irremediável dano que afectará profundamente a qualidade de vida dos vilarmourenses e destruirá, para todo o sempre, a harmonia paisagística e o boculismo que nos anos 60/70 foram a musa inspiradora do Dr. António Barge na concretização do sonho de fazer de Vilar de Mouros a sede do mais popular festival de música do país, hoje em dia factor decisivo de atracção turística de Caminha e do Alto-Minho. Vilar de Mouros, 12 de Julho de 2004 A Junta de Freguesia de Vilar de Mouros A Comissão de Moradores de Vilar de Mouros

  2. --exed-->> diz:

    acHo qUe eStiVeRaM BeM aO DeSpOnIbIlIzAr a iC1 mAs dEvEmOs dAr nA dEsPoRtIvA DeIxAr aS MuLtAs pAsSeReM Em BrAnCo uM PaPeL QuE CoNpEtE AoS Sr BoFiAs MaS TuDo bEm sEmPrE Se pOdE fAZeR UmA eScApAdInHa Ou fUgA dEsPeÇo-Me CoM Um gRaNdE aBrAçO Ao PeOpLe dA TrEs qUe eStEvE OnTeM eM dIrEcTo E EsTaRa SeMpRe qUe pOsSiVeL xAu NuNo MoUrA SeQuEiRa ErVoEs VaLpAçOs

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